quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Volto já!

Já, já estou de volta aqui no blog!
Ando ocupadíssima com os preparativos e compromissos de final de ano!
É uma correria só, mas reconheço que "isso me acalma, me acolhe a alma, isso me ajuda a viver..."
Eu A-DO-RO época de Natal!

Até mais!!!!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Almofadas de crochê


A-do-ro almofadas megacoloridas feitas de crochê! Ai, como isso adoça o meu olhar... Esse tipo de almofada me lembra muito a casa de uma tia do meu pai, a tia Esther. Ela morava em um sobrado bem antigo, e a sala dessa casa era, para mim, encantadora... Na época, eu devia ter uns nove, dez anos. Mas meus olhos já admiravam muito aquela casinha antiga e, principalmente aquelas almofadas redondas e coloridas que ficavam enfeitando os sofás e poltronas (também antigos e fascinantes). Cada vez que íamos visitá-la, eu ficava viajando naquela casa, que também tinha uma "mini floresta" aos fundos e gatinhos passeando na calçada da vizinha... Na verdade, a casa toda era muito legal, com umas divisões de cômodos bem originais dos tempos passados e cidade do interior: espaços pequenos (menos a sala das almofadas) e quase nenhum corredor entre os cômodos, tipo: a porta do quarto do casal já dava direto na sala de visitas!

Bom, então, essa visitas agradáveis devem ter ficado no meu subconsciente e hoje, almofadas coloridas me fazem feliz!

Minha história com o crochê começou assim: minha bisavô fazia uns sapatinhos de dormir que realmente aqueciam os pés. Minha mãe aprendeu com ela a fazer o tal sapatinho. E eu, aprendi com minha mãe. Aí fiz muuuitos sapatinhos pela vida afora! Como a base do crochê era a mesma, dos sapatinhos passei a fazer uma colcha de quadrados coloridos, beeem coloridos. Parecia que não ia acabar nunca! Mas terminei. Qualquer dia faço um post com fotos da minha colcha megacolorida.

Voltando a falar das almofadas: já fiz a quadrada e estou terminando uma outra pra encapar um rolinho de espuma. As que aparecem na foto deste post vão morar na sala.

Infelizmente meus dias de crochê e fuxicos devem estar contados...
É que minhas articulações já não estão colaborando muito... É a idade, é a genética... Mas tudo bem. Há muitas mãos preciosas que colocam suas artes à venda para enfeitar os doces lares do mundo. E viva a humanidade! Viva o artesão!
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Caixa de álbum e sala de cara nova

Quando completei 15 anos, ganhei um álbum todo branco, que vinha dentro de uma caixa, dessas próprias para guardar álbuns de formatura e casamento. Mas não era em veludo, era um papel resistente, meio que imitando couro. O tempo passou... o branco amarelou... e a caixa sobrou. Na verdade, como era um pouco grande, ela sempre atrapalhou um pouquinho na hora de acomodar os álbuns na estante. E também, nem era tão indispensável assim. Então... dispensei. Mas não totalmente. Eu tinha "um plano" pra ela, mas que somente agora coloquei em prática. (isso já faz uns treze anos!) Enquanto isso a caixa ficou aguardando o belo dia em que retornaria à ativa! Pois bem. Tudo veio à tona com o "up" na sala. Aí encontrei um lugar perfeito pra acomodar a caixa, que virou duas bandejas. Tirei as dobradiças e o feixe, revesti as duas metades com filtro de café (parceiro!), passei verniz, coloquei uma gravura no fundo e, por cima, um vidro que encomendei sob medida. Na parte de baixo, coloquei papel camurça marrom para o acabamento final.
Esqueci de fotografar o "antes", mas vejam o "depois":

Assim ficaram as bandejas:

O álbum é esse aí (abandonado...). Por ele dá pra ter uma idéia de como era a caixa. Também tenho um plano pra dar vida nova a esse álbum, mas por enquanto deixa quieto...


E na sala, as bandejas estão morando nesse cantinho
(que, aliás, são dois, um em cada lado do bufett):

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E agora, vista parcial da sala de cara nova (ops, um abajur ficou apagado!):

Sem dúvida, a parede vermelha valorizou muito mais a composição de porta-retratos. E a iluminação deu o tom aconchegante. Cada vez mais descubro que adoro uma decoração vintage!

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Pois é. Como já falei, ainda falta muuita coisa pra salinha realmente ficar "pronta". E o legal mesmo é esse processo de construir e reconstruir o ninho. Porque um lar, doce lar nunca está definitivamente "pronto", não é mesmo? Exatamente como nós, seres humanos.
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Paredes novas

Já falei que minha sala precisava de um "up", né? Então comecei a queimar meus neurônios "de modos" que eu pudesse unir o útil ao agradável (leia-se: renovar sem gastar muito dinheiro). Confere nas fotos deste post: tinta vermelha na perede, revestimento de baixíssimo custo com filtro de café e um efeito de iluminação com arandelas básicas. Tô curtindo muito o processo e os resultados (já que eu mesma me aventurei a pintar e revestir as paredes). Nada melhor que cuidar do ninho! Mas ainda falta muuuuita coisa... A parede vermelha receberá muitos porta-retratos com fotos antigas da família; uma outra parede receberá um espelho, uma outra um painel de madeira... Aos poucos tudo vai criando forma e personalidade, embora a vontade seja ver tudo prontinho num dia! Bom, mas tenho plena consciência de que paciência, planejamento e persistência fazem parte. Ah, e $$$$ também! Mas vamo que vamo!
Olhem como está ficando:

A parede à esquerda (cantinho acima) ainda estava no bege-camurça...

Bye, bye, bege-camurça...

Efeito de iluminação da arandela

Gestalt Figura e fundo!


Busco calor, aconchego, alegria e visual agradável ao olhar (pelo menos ao meu). Acho que as cores escolhidas para compor o ambiente vão funcionar em plena harmonia no conjunto final: vermelho, marrom, tons de bege e branco. As plantas darão o toque verde de natureza e o colorido virá de peças altamente artesanais e brasileiríssimas. Ainda não sei ao certo como vou decorar essa parte, mas penso em fuxicos e crochê. Talvez um detalhe com chita, que eu simplesmente deliro!!! A cada etapa, as respectivas decisões, certo? Chegarei lá.

Sem contar... um objeto de decoração dos anos 70 que pretendo conseguir mudar da sala da minha vó diretamente para a minha sala. Caso eu consiga convencê-la a colaborar com meus surtos decorativos, conhecerão vocês o objeto, farei um post sobre ele.

Como vão de primavera? Adoro esse clima...

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terça-feira, 22 de setembro de 2009

No Vermelho

Tô na onda do vermelho!
Cor forte, vibrante, estimulante, cheia de energia, que muito anda adoçando meu olhar! E eu acredito que cores traduzem momentos de vida. Qual menina nunca se encantou com a cor rosa por algum período de sua vida? Bom, eu estou num momento red.

Na verdade, o vermelho me traz boas lembranças...
Acho que essa paixão é antiga, mas eu ainda não tinha, de fato, me dado conta disso. Hoje, revendo minhas fotografias antigas, percebo que a cor vermelha era uma constante: nas roupas, nos brinquedos, em algum detalhe da decoração da casa... Gosto muito de ver nas fotos um sofá vermelho que meus pais tinham quando eu era pequena. Um charme dos anos 70!

Outra lembrança boa vem dos tempos de adolescente: a cortina de veludo vermelho-bordô do Salão Nobre do colégio onde eu estudava. Ah, como era linda!!! Cheia de mistério e glamour quando fechada; cheia de pompa e encanto quando abria-se, revelando talentos e histórias! Quantos teatros vistos e encenados naquele palco... (suspiro profundo de saudade...)

E, além disso, vermelho lembra a imagem do Sagrado Coração de Jesus e o Natal, que eu a-d-o-r-o!

Há algum tempo passei a gostar também do vermelho nas unhas. Antes não era muito adepta, preferia sempre um clarinho básico. Mas, minha gente, depois que aderi ao esmalte vermelho... nenhuma chance sobrou para outras cores... e o "renda" ficou sem graça!
Sem graça também estava uma parede bege-camurça da minha sala. Então foi me dando uma vontade incontrolável de... pintar de vermelho, ora pois!
Aí começou a saga até encontrar o tom perfeito para a aprovação do meu, digamos, exigentíssimo olhar. Pesquisas em revistas, na net, palheta de cores nas lojas de tinta, alguns potinhos de "color test"! E quem já passou por isso sabe bem: a cor no catálogo é uma, na parede de sua casa é outra, às vezes muito diferente. Mas vale à pena procurar a cor ideal. Depois de muitos testes, então... plin, apareceu o tom de vermelho por mim desejado! Isso realmente tem alegrado meus dias!!! A pintura ainda não está totalmente pronta, mas já me faz feliz!

Pois é, pois é. Além da perede vermelha, continuo fazendo arte em outra parede da sala, dessa vez de filtro de café. Em breve farei um post com fotos.
Então tá, é isso. Feliz Primavera pra todos nós!
Ô estação boa, meu Pai!
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E você, qual cor traduz melhor o seu momento?
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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

"Destralhar"


É sabido que o acúmulo de coisas, tralhas e bagunça não são nada amigas de energias boas. Você já deve ter percebido isso em algum momento de sua vida: se a cada tá desorganizada, parece que nada flui. Até mesmo um desânimo generalizado ou uma dorzinha de cabeça constante podem ser consequências de toxinas da casa. E ninguém prospera se estiver pesado e intoxicado, certo? Eu acredito nisso.

Então, chega uma hora que vai ou racha: é como se a casa (e você) implorasse por ar puro e renovado! É necessária uma reorganização total de tudo que temos, do que ainda queremos ter e da forma como utilizamos essas coisas todas. Roupas, objetos, papelada, móveis e várias outras coisas que já não fazem mais sentido e você nem percebeu, no meio do corre-corre diário. Às vezes uma repaginada naquele móvel que já tá desgastado, um ambiente da casa a ser destrancado, objetos guardados que acumulamos ao longo do tempo e que só fazem pesar, impedindo que a boa energia circule livremente em nossa casa...

Segundo o feng shui, é comum se sentir cansado ou deprimido em um ambiente cheio de entulho, pois existem fios invisíveis nos ligando àquilo que possuímos. No porão e no sótão, as tralhas viram sobrecarga. Na entrada, restringem o fluxo da vida. Empilhadas no chão, nos puxam "para baixo". Acima, são dores de cabeça. Sob a cama poluem o sono.

Então... mãos à obra!

Acho que o mais difícil é começar. A gente vai deixando pra depois, e pra amanhã, e pra semana que vem, e pra quando tirar férias... Mas quando decidimos colocar a mão na massa, funciona mais ou menos como um efeito dominó! E a leveza que se sente a cada papelzinho velho rasgado (e colocado no lixo reciclável), a cada roupa doada, a cada objeto renovado, é tão deliciosa que a gente tem vontade de transformar a casa (a vida) inteira! Pintar paredes, concertar o que precisa, adquirir coisinhas novas, perfurmar a casa, fazer uma festa, chamar os amigos, celebrar a vida! Viva a casa destralhada!

Bom, falo de tudo isso porque estou em mais um momento "destralhar é preciso". Tanto que já nem me sobra tempo pra atualizar o blog... Estou no meio do processo, reorganizando os muitos materiais e objetos que guardei ao longo do caminho, dando um novo visual pra minha sala, fazendo arte nas paredes, destralhando tudo que possa afetar a saúde da casa e dos moradores. Já fiz isso diversas vezes, mas acho que nunca me livrei completamente de todas as tralhas. Sempre ficava pra trás uma coisa ou outra, com aquele pensamento "isso eu posso precisar futuramente, isso eu ainda não quero doar, essa caixa eu vou organizar depois"... E assim eu nunca fazia um destralhamento bem feito. Mas acho também que tudo tem a hora certa.

O que mais tenho pra me desfazer são papéis (textos, apostilhas antigas, revistas...) e ainda não cheguei nem na metade... Principalmente porque quis resolver algumas coisas pra nova sala e acabei dando um stop na papelada. Mas até dezembro tudo ficará livre, leve e solto! Ano novo e casa repaginada, tipo "morar mais por menos"!

Sei que o acúmulo de coisas e o apego a elas é uma constante na vida das pessoas, acho até que é inerente ao ser humano. Mas o grande barato é dar-se conta do que estamos acumulando e o quanto isso pode estar afetando nossa saúde. E aí fazer o destralhamento e a renovação periódica!

Perguntinhas úteis na hora de liberar os amários:

Por que estou guardando isso?
Será que tem a ver comigo hoje?
O que vou sentir ao liberar?

Porque "destralhar-se é preciso e ajuda a adocicar"!

Fui!
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sábado, 15 de agosto de 2009

À Prova de Fogo

Não é nenhuma mega produção, nem conta com atores muito conhecidos. O enredo é super simples, mas trata de uma realidade vivida por muitos casais e é capaz de despertar reflexões sobre a rotina da vida a dois. Já ouvi muitos comentários positivos e alguns poucos nem tanto.
Assista, pra tirar suas próprias conclusões!


A essência do filme lembra aquela música dos Paralamas “Cuide bem do seu amor...”

Eu gostei. Então, recomendo: filme À Prova de Fogo.




quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Reciclar, Reutilizar, Reduzir

Não sou adepta do café, mas adoro o filtro usado pra fazer arte.

Além de um resultado surpreendente, é bacana porque faz juz aos três R's: "reciclar, reutilizar, reduzir".

Gosto de cortá-lo com a tesoura, em pedaços desiguais, aleatoriamente. Mas também acho que fica bonito se cortado em tiras. Adoro novas ideias e técnicas com filtro de café usado, que há muito tempo virou meu artesanato preferido!

Tudo começou com o clássico up no abajur. Revesti a cúpula de um abajur que já estava sem graça e achei que ficou muito bom. Aí me empolguei: fiz caixas de mdf para presentear, renovei caixas antigas de papelão, latinhas de molho de tomate, leite em pó, capas de álbum de fotografia, discos de vinil, lixeira, mesa e parede.

Agradeço aos amigos que generosamente guardam seus filtros de café e me presenteiam com eles. Mãe, vó, tia Néia, tio Valmor...Thanks!!!



Não fica interessante?!

É um tipo de artesanato prático (requer poucos materiais) e, como já mencionei, surte um resultado incrível!

Bastam filtros de café usados, devidamente secos e escovados (para tirar o excesso do pó); tesoura; cola diluída com água; pincel e verniz para o acabamento. Dependendo do que se vai fazer, vai precisar também de tempo, paciência e uma certa quantidade de filtros. Mas vale a pena!

Um passo-a-passo e uma dica muito legal foi apresentada no programa Mais Você pelo arquiteto Toni Litsz . Clique aqui pra ver.

Vamos lá! Reciclar, Reutilizar, Reduzir!
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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Pro dia nascer feliz

Delícias saudáveis!
Tá certo que há várias formas de fazer o dia nascer feliz, mas essas opções com certeza me agradam muuuito! Pela manhã, após o almoço, no lanche da tarde... Hum! Toda hora é hora!


Cereais Nutry + Iogurte desnatado com mel da Batavo.


Cereais Nutry + Iogurte desnatado + Ovomaltine em flocos crocantes


Cereais Nutry + Iogurte + frutas picadinhas

Tudo junto, mas sem exagerar!

Olhares Doces

Um olhar doce faz toda a diferença...

Meu avô materno (amo!) tem tanta doçura no olhar que chego a me emocionar! Estar com ele acalma, tranquiliza e diverte... cada vez admiro mais sua sabedoria, sua paz, sua alegria... e seu olhar.

São tantos olhares doces pelo mundo afora...

Hoje quero destacar esse:



Doce olhar de Pe. Fábio de Melo

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Entre devaneios e vida prática

"Por dentro ainda sou a menina que se assusta ou diverte com qualquer bobagem que os outros nem perceberam, entretidos que estão com assuntos mais importantes. Me divido entre o devaneio e a vida prática, sem saber direito a qual pertenço. Com o tempo descobri que essa indefinição é só aparente, que a ambiguidade me torna sólida. (...) Tive perdas, e se multiplicaram com o passar do tempo. Tive ganhos, num saldo que não me faz sentir injustiçada. Especialmente, não perdi essa obstinada confiança que me impele a prosseguir quando o próximo passo parece difícil demais".

Lya Luft
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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Viver a vida

Tempo... O certo é que ele passa...
E mais certo ainda é viver intensamente cada etapa de nossa vida, entre as belezas e as dores de cada uma delas... Bem sabe-se que nem sempre é fácil, principalmente naqueles dias cinzas... diante das dificuldades... dos medos... enfim, diante de tudo que não adoça o olhar. Mas acredito que isso deva ser um exercício diário!

Estou "filosofando" assim porque (finalmente!) assisti ao filme "O Curioso Caso de Benjamin Button" e a trama despertou em mim muitas reflexões sobre a vida, sobre o tempo, sobre amores, sobre ser humano.
Achei muito interessante. Aliás, adoro filmes que retratam mudanças gradativas nos personagens e despertam reflexões significativas em quem os assiste. Então, recomendo!


terça-feira, 28 de julho de 2009

Vilarejo

Quando vi a letra dessa música fiquei encantada. Quando a ouvi, então, me apaixonei! E com Marisa Monte interpretando, impossível não agradar!

Editei um vídeo pra compartilhar com vocês:
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video
Vilarejo
Marisa Monte
Composição: Marisa Monte, Pedro Baby, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes
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É ou não é de encantar os ouvidos e adoçar o olhar?

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Beleza Interior

A sacada do meu apê é um canto que me agrada muuuito! Cada detalhe foi cuidadosamente pensado para que o ambiente ficasse harmonioso, aconchegante e charmoso. Entre esses detalhes, o interior do armário que fica sobre a pia virou meu xodó. Por dentro, forrei com chita (a-d-o-r-o ! - usei três tipos de estampa- ) na altura das prateleiras, ao fundo. Fiz assim: tirei as medidas entre uma prateleira e outra, cortei os pedaços de tecido, impermeabilizei cada pedaço com termolina leitosa, fixei ao fundo do armário com fita dupla face e pronto. Ficou um charme! Às vezes vou até à sacada só para abrir as portas deste armário e olhar...



Isso adoça meu olhar!


sexta-feira, 24 de julho de 2009

Clareza na intenção

"Você é o seu desejo mais profundo.
Como é o seu desejo, assim é a sua intenção.
Como é a sua intenção, assim é a sua vontade.
Como é a sua vontade, assim é a sua ação.
A intenção cria cria as coincidências.
Na verdade, tudo o que realmente precisamos é clareza de intenção e as oportunidades surgirão sozinhas.
A intenção atrai as forças, os eventos, as situações, as circunstâncias e os relacionamentos necessários para que o resultado pretendido seja satisfeito."
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Deepak Chopra - A Realização Espontânea do Desejo
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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Inseparáveis

Dia do Amigo!

A data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua , em 20 julho de 1969 , considerando a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo. Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e, hoje, em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo, é quando as pessoas trocam presentes, se abraçam e declaram sua amizade umas as outras. (Fonte: Wikipédia)

Por isso, hoje vou dedicar este post às minhas queridas amigas Ale e Fabi.

Essa doce amizade teve início na faculdade, já nos primeiros dias de aula. E desde então, persiste cada vez mais forte! Naquela época já ficamos conhecidas como As Inseparáveis (adivinhem o por quê!) e, mesmo hoje em dia não nos encontrando com tanta frequencia, continuamos sempre inseparáveis, de alma e coração!

A amizade já dura dezessete anos. Nossa "família de três" cresceu: cada uma de nós se casou, minhas amigas viraram mães, ganhei de presente um afilhado maravilhoso (Valeu Beto e Ale!) e tenho muito orgulho dessa nossa história. Como diria Roberto Carlos, "são tantas emoções"...



Então, queridas, um brinde à nossa doce amizade!

domingo, 19 de julho de 2009

O Presente

Assisti, me emocionei e recomendo: filme "O Presente".


Tem muito a ver com a frase vencedora em um congresso sobre vida sustentável (alguém já deve ter recebido por e-mail):

"Todo mundo está pensando em deixar um planeta melhor para os nossos filhos. Quando é que vão pensar em deixar filhos melhores
para o nosso planeta?"
...
Se você ainda não assistiu, vale a pena conferir!
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sábado, 18 de julho de 2009

Cheiro de infância

Você já sentiu saudades de sua infância? Já se viu lembrando desse tempo através de um perfume, uma música, um objeto? Acho bacana relembrar certos momentos vividos porque, muitas vezes, funcionam como um combustível de tranquilidade e motivação para enfrentar os dias cinzas...

Alguns aromas me remetem à infância, mas o vencedor disparado vem de uma coleção de livros intitulada "O Mundo da Criança". O cheiro é de livro velho (ainda bem que não tenho rinite), com páginas amareladas pelo tempo e um tanto quanto danificadas pelo uso constante de mãozinhas curiosas e olhares ávidos por histórias! Minhas irmãs com certeza também devem guardar boas lembranças destes tempos. Ah (suspiros...), bons tempos! Não que os de agora não sejam, mas cada um deles com suas peculiaridades!

Bom, os livros estão sob meus cuidados, guardo-os como uma relíquia (Joy é ciumentíssima!) A coleção data de 1949, e os primeiros volumes são direcionados exclusivamente ao público infantil, com poemas fofos, conto-de-fadas, histórias populares e muitas gravuras encantadoras... E, claro, recheados de belas mensagens, virtudes, valores importantes e estímulos à imaginação. Muitas vezes recorro à leitura de algumas páginas em busca de aconchego, o que pra mim funciona perfeitamente. It's comfort!







E pra você, o que lhe remete à infância?

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Cachepô

Vocês já devem ter ouvido falar que a necessidade é um convite à criatividade, não é?

Bom, eu "necessitava" muuuito de um vaso decente para umas plantas que comprei. Fiquei um tempo procurando por cachepôs, até encontrei alguns bem bonitos e que me agradaram, mas nenhum corrrespondia à realidade do meu bolso... (lindos, porém caros demais para mim, que na ocasião investia nos móveis da sacada.) Cada vez que olhava para aqueles vasos pretos de plástico em que as plantas estavam, sentia uma pontinha de agonia... e aquele pensamento insistente: preciso dar um jeito nisso, preciso arrumar um cachepô...
E então, surgiu a ideia! Acredito que ela não seja inédita mas, quero compartilhar!
Passando pelos corredores de um supermercado, vi um jogo americano de ripas de madeira, bem simples (e bem baratinho!). E aí fiquei "viajando" e imaginando que poderia unir duas unidades do jogo e colocar em volta do vaso de plástico. Comprei, costurei com linha transparente (invisível) e ficou mais ou menos assim:


Aí gostei da ideia e por algum tempo fiquei procurando por um jogo americano mais rústico, mas que fosse maleável para poder contornar o vaso (de plástico).
Dias desses, passeando com minha irmã mais nova, Kel, entramos em uma loja de decoração e utilidades para o lar, e eis que o encontro! Um jogo americano com ripinhas de bambu, no estilo que eu imaginava! Comprei cinco unidades e usei duas e meia para revestir cada vaso. Explicando melhor: cortei um ao meio, arrematei as emendas e costurei essa metade a outras duas unidade do jogo. (Isso foi quando eu ainda não tinha um blog, portando, não fotografei o passo-a-passo...). Depois de pronto, cerquei o vaso de plástico, fiz a costura de acabamento (sempre com linha invisível - ou nylon) e agora minhas plantas estão mais charmosas!!! E meu olhar mais contente!



E acho que já nem penso em comprar um cachepô de verdade...

Bebezinho!

Meu blog nasceu, sonho realizado! Estou contente por isso.
Há tempos namorava a idéia de ter um...
Conforta-me escrever, pensar, reler... expressar, olhar. É bom, não é?
O nome -Doce Olhar- foi sugestão de minha irmã mais velha, Dys (cheia de inspiração e boas idéias... sempre!) Foi ouvir e dizer: gostei desse!
Bom...
Há muitas coisas doces que inspiram só de olhar...
Quindim (adoro!), casadinho, mousse de chocolate...

Mas o nome surgiu mesmo pensando em pessoas queridas que carregam consigo uma doçura no olhar... que sem querer nos inspiram a também ver a vida com um olhar doce...
Então, DOCE OLHAR!
Pra lembrar que a doçura vem de dentro e basta treinar!
Pra lembrar que há flores no caminho e precisamos enxergar... (e cuidar...)
Pra lembrar sempre que tudo tem um lado doce... só depende do nosso olhar!

Após essa breve apresentação do meu blog "bebezinho", quero inaugurá-lo com um doce olhar sobre Michael Jackson.
Sou da turma que virou "fã" após sua morte. E desde então, interessa-me saber mais e mais sobre sua vida pessoal, seus conflitos, seus sonhos, sua trajetória profissional. Eu, que nunca fui do rock, nem do pop.
Antes, ouvia suas músicas, mas nada de tão especial chamava minha atenção. Acompanhava algumas notícias de sua vida, mas por pura curiosidade.
Então, após notícia bombástica sobre sua morte (hoje lamentável pra mim) e, em meio a avalanche de reportagens sobre sua vida (agora a imprensa resolveu mostrar o lado legal de Michael Jackson), me descobri totalmente sensibilizada com sua história. Inúmeras vezes me pego pensando o quanto não sofreu esse menino, esse jovem, esse senhor... e contudo ainda soube ser genial...

Entre erros e acertos, sorrisos e lágrimas, medos e ousadias, bizarrices e polêmicas, ninguém pode negar o talento desse cara e o quanto ele foi capaz de transmitir amor aos quatro cantos do mundo. Infelizmente, ao longo de sua vida faltou-lhe saúde - em todos os sentidos.

E, pra ilustrar meu novo olhar sobre Michael Jackson, transcrevo a letra da música que Oswaldo Montenegro compôs e postou em seu blog:

Canto para a morte de Michael Jackson
(Oswaldo Montenegro)

Hoje morreu Peter Pan
Não se sabe do que foi
Vitiligo ou pressa vã
De voltar ao que já foi
Tinha voz de uma criança
Com o sexo de um senhor
Era Deus dançando a dança
De um diabo sedutor
Dizem que não tinha cor
Transparente como a luz
Só queria ser sem dor
Como um Cristo sem a cruz
Peter Pan morreu de moço
Que de velho morre o Gancho
Um jantar antes do almoço
Fez o quadro e eu não desmancho
Tanta gente quer crescer
Mas a fome diz que não
Peter Pan quis inverter
Como sabem, foi em vão
Pinga a chuva arroxeada
De outro príncipe Xamã
Uma antena angustiada
Busca a antena quase irmã
Peter Pan tava famoso
Fez o mundo de quintal
Era triste, desgostoso
Como um Buda no Natal
Era solto e deslocado
Como o barco sem a vela
Coração enclausurado
Era casa sem janela
Se era rei ou se era triste
Eu não sei, sabe ninguém
Ninguém sabe o que existe
Entre o mal, o nada e o bem
Se gostava de criança
E criança é o que ele era
Inventou uma mudança
E mudança a vida gera
Ninguém sabe e todo mundo
Diz que sabe o que não sabe
Diz que o raso é que é profundo
Diz que guarda o que não cabe
Peter Pan morreu de dia
Libertado de um açoite
Que ele mesmo (quem diria)
Punha no seu ombro à noite
Tão humanos são os loucos
Tão divinos os normais
Tão agudos são os roucos
Tão sensíveis os mentais
Só nos resta a madrugada
Com promessas de manhã
Pois a ele resta nada
Acabou-se o Peter Pan
Fica só um jeito torto
Que encantava a todos nós
Michael Jackson ta morto
Está viva a sua voz
Na criança da favela
Que hoje pensa que amanhã
Vai ser nau de caravela
Como foi o Peter Pan
Alguns dizem que era virgem
Outros que era marciano
Que sofria de vertigem
Cá pra nos, ele era humano.


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